Verdades e mitos sobre superalimentos

Os chamados superalimentos prometem ser uma fonte inesgotável de nutrientes e antioxidantes e até conterem ingredientes anticancerígenos. Desmistificamos alguns.

Quinoa, espirulina ou bagas de goji são alguns dos produtos que entram na categoria de superalimentos. Mas afinal, o que são? São produtos naturais cujos nutrientes ou vitaminas oferecem benefícios extraordinários para o ser humano e são, em teoria, considerados superiores ao resto dos alimentos. Podem ter substâncias antioxidantes que retardam o envelhecimento das células, ser anti-inflamatórios, reduzir a gordura corporal e até, entre outras virtudes, prevenir ou curar uma série de doenças. Entre estas, o cancro. No entanto, serão de facto extraordinariamente saudáveis e a panaceia para qualquer mal?

Nos últimos anos, com a proliferação de produtos dietéticos ou naturistas e dada a crescente necessidade que a informação vai criando na sociedade – em enveredar por uma alimentação mais saudável – foram-se desenvolvendo cada vez mais estudos sobre as propriedades e os possíveis benefícios de toda uma gama de alimentos. E os media promovem o hábito de introduzi-los na nossa dieta.

Vítima da sua popularidade, o domínio da nutrição também está repleto de falsas crenças que vêm do marketing alimentar ou da internet. A nutricionista Filipa Morgado ajudou-nos a desmistificar algumas delas e a perceber os mitos e verdades sobre este tipo de alimentação. Clique nas imagens abaixo e descubra alguns:

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